
Confesso que como grande fã da série clássica, fiquei meio desconfiada a respeito do novo filme do Star Trek, que já está sendo amplamente divulgado. Aliás, prefiro o nome inglês mesmo, porque quando se fala em Jornada nas Estrelas (o nome no Brasil), já começam a pensar em Dart Vader e sabres de luz... ô, meu deus. Jornada e guerra são diferente, ok? Apesar de serem nas estrelas... Voltando. Eu sou apaixonada pelo Kirk, não exatamente por William Shatner (ator que protagonizou o Capitão na série clássica), mas pelo personagem audacioso, corajoso, sério e sexy que ele representa. Um achado para as mulheres. O Kirk do novo filme, o ator Chris Pine, é mesmo muito bonito, mas quero ver se ele tem o "estilo" Kirk do meu ídolo da série clássica. Porque as mulheres sabem que não basta beleza, é preciso muito, muito mais.
E o que tem a série clássica de tão especial? Tá, podem dizer que algumas montagens são meio toscas e que a maquiagem não é como se diga: "nossa, que maravilha!". O que mais me encanta são as temáticas, tão atuais ainda, apesar de 42 anos de vida da série. Amor, guerra, respeito, racismo, machismo e imperialismo são temas recorrentes vistos com muita humanidade que permitem ao expectador analisar a própria sociedade. Exemplos: episódio em que o capitão é dividido em dois, o lado calmo (sem iniciativa) e o audacioso (sem limites). Nenhum consegue sobreviver sozinho, é preciso dosar as características dos dois para poder ser líder, saber decidir e saber se controlar. Outro exemplo é do episódio em que as mulheres precisam tomar pílulas para se tornarem bonitas a fim de casarem-se. A beleza parecia ser a coisa mais importante, até que uma delas se destaca e prova que é muito mais.
Curiosidade: Willian Shatner (o Capitão Kirk) e Nichelle Nichols (a Tenente Uhura) protagonizaram o primeiro beijo interracial da televisão estadunidense.
E agora, interessado na história? Acompanhe abaixo o trailler do novo Star Trek, que estréia 8 de maio de 2009 nos cinemas. Quero ver se vai me conquistar como a série dos anos 60 me encanta até hoje!
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